O cartel é uma proposta de Lacan, enquanto lugar privilegiado para a elaboração da teoria psicanalítica e a formação do analista É assim definido no Ato de Fundação em 1971, in Outros Escritos:
“Aqueles que vierem para esta Escola se comprometerão a cumprir uma tarefa sujeita a um controle interno e externo. Será a eles assegurado, em troca, que nada será poupado para que tudo o que façam de valioso tenha a repercussão que merecer, e no lugar que convier.
Para a execução desse trabalho, adotaremos o princípio de uma elaboração apoiada num pequeno grupo. Cada um deles (e temos um nome para designar esses grupos) será composto por três pessoas no mínimo, e por cinco no máximo, – sendo quatro a justa medida. MAIS UM, encarregado da seleção, discussão e do destino a ser reservado ao trabalho de cada um.
Após um certo tempo de funcionamento, os componentes de um grupo verão ser-lhes proposta a permuta para outro.”
O MAIS UM é o membro do cartel escolhido para ocupar uma função importante, mas deve sustentá-la sem encarná-la. A sua função deve ser a de sustentar o desejo, fazendo-o circular no cartel. O desejo deve ser o agente provocador do trabalho, resultando numa produção. Essa produção precisa ser regida por uma articulação dos significantes da psicanálise, a partir de questões que digam respeito a cada um. O sujeito do desejo deve comparecer como efeito desta produção. Mas isso só será verificado num só depois. Se isso se deu, podemos dizer que houve um cartel para além do grupo inicial constituído.
CARTÉIS INSCRITOS
1. Seminário 3 em interlocução com o seminário 23
Dayse de Lima Gonçalves Rangel
Dayse Maria Perim Guerson
Henrique Torres
Ítalo Campos
Maria Celeste Lima de Barros Faria (+1)
2. O objeto da Psicanalise – Seminário 13
Beatrice do Valle (ELPV) (+1)
Luiz Carlos Pinheiro Ferreira (ELPBSB)
Maria Teresa Melloni (ELPRJ)
Mariana Bruno (ELPRJ)
Wadson Damasceno (ELPBSB)
3. Seminário 17
Hilda Ferreira Menezes
Líria Helena Littig
Maria do Rosário Ferreira Ghidetti (+1)
Renata Sampaio
4. Ciência e Função Paterna com o Seminário Le Non-Dupes Errent
Beatrice do Valle
Cláudia Coser
Inêz Torres (+1)
5. O que fariam Freud e Lacan nas redes sociais?
Beatriz Trancoso
Camila Scarpati Dias
Paula Figueira (+1)
6. O Cartel e sua função na Escola
Inêz Torres
Edna Gomes
Beatrice do Valle
Henrique Torres Neto
7. Sobre o Passe e os finais de análise
Christiany Maria Bassetti Cavalvante
Luciana Bowen Carvalho
Marcélia Marino Schneider
Rosânea Aparecida de Freitas Mangassarian (+1)
8. Da feminilidade ao feminino, de Freud a Lacan
Beatrice Gomes do Valle Tesch (+1)
Darlene Vianna Gaudio Angelo Tronquoy
Vera Lúcia Saleme Colnaghi
9. Desejo e Formação do Analista
Aline Nilza Ribeiro Kiefer (+1)
Ana Carolina Simer
Murilo Kill
10. O corpo nasce com a linguagem: Autismo – Que linguagem é essa?
Beatrice do Valle (ELPV)
Cláudia Márcia Blois (ELPRJ)
Eliane Rodriguez (ELPRJ)
Joselita Rodovalho (+1) (ELBSB)
Regina Céli Gabriel (ELPRJ)
Rosa Maria Mendes (ELPRJ)
11.Dos discursos à alta performance, o que podemos nós os analistas?
Felipe Cândido da Rocha (+1)
Camila Gimenes
Paula Figueira
CARTÉIS EM CONSTITUIÇÃO
1. Declínio da função Paterna
André Luiz Moreira de Freitas
Edna Gomes de Jesus da Silva
Dayse de Lima Gonçalves Rangel
Maria do Rosário Ferreira Ghidetti
2. O lugar da psicanálise no “tempo das redes”.
Beatrice do Valle
Guilherme Pedroni
Laíz Bravim
Líria Helena Littig
Ludmila Andolphi
3. A topologia em Lacan
Beatrice do Valle (ELPV)
Claudia Coser (ELPV)
Filipe Leme (ELPRJ)
Flávia Chiapeta (ELPRJ)
Henrique Torres (ELPV)
CARTÉIS E GRUPOS DE TRABALHO
1. G.T. “A Questão do passador”
Antônio Carlos Félix da Neves
Caroline de Almeida
Fabrício Cecilia Oliveira
Daniel Gomes
Darlene Tronquoy
Douglas Salomão
Felipe Cândido
Felipe Leme
Flávia Chiapetta
João Paulo Severo
José Mário Simil Cordeiro
José Nazar
Lourdes Andrade
Maria Celeste Faria
Rosânea Freitas
Rosângela Saraiva
Ruth Bastos
Sandra Edler
Sandra Etges
Teresa Nazar
Wadson Damasceno